Loucura Materna: convidada
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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Sucos de Caixinha São Bons Para Os Pequenos?

Veja Os Efeitos Deste Tipo de Bebida No Organismo das Crianças

As embalagens dos sucos são lindos, não é mesmo? Quando chegamos ao mercado somos influenciados pela enorme quantidade de produtos que estão à nossa disposição. É claro que, hoje em dia, as indústrias de alimento e seus respectivos marketing sabem que o cliente está a cada dia mais esperto e preocupado com a questão da saúde e estão procurando saber se determinados alimentos fazem ou não bem, principalmente para seus filhos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

[Convidadas] Um Jantar Romântico com Crianças

Obaaa, temos uma convidada!! A Rozi trabalhou comigo por anos e hoje é mãe da Lara de três anos e do Davi, de seis meses. Ela me procurou super sem jeito perguntando se poderia publicar o texto aqui no Loucura e fiquei super feliz em poder compartilhar com vocês o "causo" dela. Rozi, obrigada pela confiança!

Aí você faz aniversário e resolve jantar com o marido e as crianças num restaurante. Uma de 3 anos e outro de 6 meses.

A licença maternidade já acabou e você está de férias. Não aguenta mais usar sutiã de amamentação. São confortáveis e tal, mas nada sexy, convenhamos, né? Aí coloca um conjunto novo que ganhou da irmã, aliás todas elas, inclusive minha mãe, me deram de presente lindas lingeries. Não entendi muito, mas vai ver que era porque minha irmã vende e estava fazendo saldão.

Fiz até uma foto e mandei pro marido. Li em algumas revistas e blogs que o nude está em alta. Todo mundo manda nudes e tal. Resolvi no ato da insanidade mandar um semi nude. Claro que apaguei tudo depois e ele também. 13 anos de casamento, novidade, quem sabe!

Ah, ganhei flores do marido e um lindo cartão. Peso na consciência porque esqueceu nosso aniversário de casamento em Setembro. Eu recém parida, imaginem como sofri. Mas passou. Mas não esqueci. Rsrs



Bora jantar com o bando. Todos lindos.

Lara só pensa no bolo sorvete que falei que teria, AFF, essa minha boca aberta.

Pede a comida. A comida chega. Dou a primeira garfada e Lara fala: "mãe, quero fazer cocô". Aquilo soa como uma martelada, penso logo que ela pode segurar e tal, o pai pode levar, mas não, ela quer fazer cocô com a mãe, acho que eles pensam que é um troféu pra gente levá los pra fazer cocô. "Melhor eu levá -la logo, amor", pois ela já está se exaltando e as duas mesas ao lado já sabem que ela quer fazer cocô.

Saio da mesa elegantemente pisando pesado e vamos ao banheiro. Claro que ela não fez nada. Ela sempre faz isso. Ai ai

Voltamos e na porta do restaurante já ouço choro familiar. Sim, o Davi estava aos prantos no colo do pai. O pai amarelo já e todos olhando com pena do bebê. Pego o Davi e o choro cessa imediatamente, como um passe de mágica. Por que eles fazem isso?! Por que?! Dormiu.. ufa

A essa altura, a comida já estava gelada e ruim. Bora pro bolo sorvete né?! Vou me acabar nele.

Três mesas depois da nossa, atrás de uma pilastra, alguém também fazia aniversário. Cantam Parabéns loucamente e o Davi pula. Afago ele e imploro: "não acorda, não acorda". Vocês já devem até imaginar o restaurante que eu estava!

Peço pro garçom meu bolo sorvete cortesia, mas se e somente se nao tiver o parabéns. Ufa, não teve.

Lara se acaba na calda e eu no sorvete.

Em casa já com todos dormindo dou risada alto lembrando da tentativa do jantar romântico com dois bebês.

No final da noite senti a maior saudade do sutiã do amamentação. Ninguém merece sutiã de bojo e ferrinho no meio!

Gente, quem nunca passou por esse caos ao sair com as crianças? Por um tempo até desisti de sair pra evitar a fadiga hahahaha

E você também quiser enviar um texto para ser publicado aqui, mandei um e-mail para contato@loucuramaterna.com. Você pode inclusive pedir para não ser identificada no texto, tá?


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Coisas que a grávida precisa saber sobre beleza em festas

Fiquei muito feliz quando me convidaram par escrever aqui no LM. Adoro o blog e as doidas queridas que escrevem nele.
Estou grávida de 20 semanas e adoro makes, cabelos, roupas e afins. Acho que, por esta razão, me chamaram pra dar pitaco de entendida de GRÁVIDA EM FESTAS. Quem entende melhor uma grávida que outra grávida?  BAH! Ninguém entende grávida, a gente ri quando quer chorar, chora quando quer rir, uma zona hormonal. MASSSSS vou dividir aqui como eu vou me virar e algumas dicas que podem ajudar você, que está linda e radiante com a gravidez... OU NÃO.

1 –A ROUPA

Tem que ser confortável. Essa é a regra fundamental. Não dá pra encolher a barriga, muito menos apertar os peitos. Aquela cinta modeladora amiga que dá aquele help nas horas de parecer mais elegante tem que ser deixada de lado. E AGORA?
Empina a pança e vai!
Alguns modelos de longos.


O primeiro tem um drapeado nos seios, ajuda a camuflar o volume se ele for feito bem levinho. Mas se o sutiã já passou do tamanho 46, melhor optar pelo decote do verde, também drapeado, mas na vertical. O do meio é fofo e funciona para quem, como eu, sofre de bracitedepolenteiraite (dra brinquedos, é vc?) na gravidez, e quer dar aquela disfarçada.
Repare que todos tem uma marcação logo embaixo do busto e descem livres, leves e soltos pelo barrigão. Tecidos leves, por favor. Mesmo no frio, prefira tecidos leves e sobreponha com camadas e boleros, as ondas de calor, causadas pelos nossos amigos hormônios, não são brinquedo.

Os Curtos



Gosto muito da idéia das mangas, principalmente se o comprimento sobe.O primeiro modelo optou por um cinto, marcando a parte de cima da barriga, o da Grazi coloca o drapeado na lateral da cintura. O da Kate (intima) eu quis mostrar por conta do casaco, que adorei e é aqueles modelos que dá pra usar depois – o que é totalmente o caso da princesa #sqn.
O modelo curto, para eventos, deve estar sempre em cima da parte superior do joelho. A tendência é a barriga levantar um pouco o vestido, repare na foto da Kate.

2 – O SAPATO

Às deusas maternas que aguentam usar salto 15 com barrigão, minha admiração. Tenho 1,55, sou apaixonada por saltos, mas não dá pra mim. Inventei de ir ao casamento do meu primo de saltão, estava com pouca barriga achei que dava. Passei muito mal no dia seguinte, as dores no pé da barriga eram insuportáveis. Então a dica é a seguinte, se não dá pra você, desencana.



Esses são meus preferidinhos desta gestação, um tamanco e um scarpin, simples, mas que dão conta do recado nas festinhas. Procure este saltinho pião (tem várias no mercado) e vai ser feliz.

3 – O CABELO

Sei que cada grávida é de um jeito e cada corpo reage de formas diferentes à gravidez. Eu sou a típica grávida cagada que perde os atributos, o cabelo desgrenha, a unha se lasca, aparecem manchas, inchaços e calores malucos.
Se você costuma fazer progressiva ou tingir o cabelo, tome muito cuidado. Não existem estudos convincentes sobre como esses procedimentos afetam o bebê. Ahh vou ficar horrorosa? Não. Converse com seu médico, e com um profissional SÉRIO, que possa te orientar em o que pode, o que não deve e o que não pode!
Dito isso, como resolve para festas? Existem penteados muito simples e fáceis que você pode fazer em casa mesmo. Os presos são bem legais, pelo conforto e disfarça um cabelo que não está tão bacana. Vou mostrar alguns, no estilo moicano, pois o rosto da grávida tende a dar uma inchada e se você der volume no alto da cabeça e tirar das laterais, consegue atenuar este efeito.



Isis Valverde (beijo,Cauã)  com cabelo alto e coque bagunçado atrás, Scarlet Johansson com coque alinhadinho e Eu (foto no banheiro da festa só pra registro) estava de trança e fiz a frente bem alta.

4– A MAQUIAGEM

Aqui jaz todo o segredo da mulher – grávida ou não-  para parecer bela e radiante.  A maquiagem é fundamental na gravidez. Temos que disfarçar os melasmas, o nariz batatudo, o rosto inchado. Se você já usa, ótimo!O que eu dou uma atenção extra  na gravidez é como sombrear e iluminar a pele. O resto segue a gosto da freguesa. Se você não usa nada, experimenta em um evento fazer uma pele bacana, tenho certeza que vai curtir.

Sombra e luz

Os locais marcados com traços escuros é onde você deve escurecer, as áreas marcadas de vermelho são pra clarear. Eu costumo usar uma base mais escura em um tom do que passei no resto do rosto, nas áreas a disfarçar, depois passo uma num tom mais claro ou iluminadora, nas áreas a realçar.
Finalizo com o pó e uso um bronzer pra reforçar as diferenças de tons. A pele deve parecer uniforme, o jogo de sombras deve ser algo sutil, vai afinar e disfarçar as partes indesejadas, mas não pode ficar aparente. ;)

Inspire-se e repare como são utilizadas as áreas sombreadas e iluminadas em cada make das famosas:

E vamos ser grávidas lindas, bem cuidadas e detonar nas festas! 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O que é ser boa mãe?

Uma mãe de verdade é aquela que pari seu filho pela vagina e não teme o parto normal ou humanizado? 
É aquela que pede demissão do trabalho ou se anula para poder desfrutar da companhia do seu filho 100% do seu dia? 
É a mulher que amamenta seu filho pelo período de dois anos ou mais e se sacrifica dias e noites para alimentá-lo em livre demanda? 
Uma boa mãe é aquela que compra roupas caras para seu filho, ou matricula em escolas milionárias e bem gabaritadas? 
Ou é aquela proporciona férias no exterior? 
Ou ainda, é aquela que segue à risca o que o pediatra recomenda, afinal de contas, ele estudou e sabe qual rotina é melhor para seu filho?

Daqui

Ser boa mãe é amar seu filho, é pensar nele o dia todo quando está longe, é priorizá-lo sempre!
Ser boa mãe é virar uma leoa quando sente cheiro de ameaça no ar e defender sua cria com unhas e dentes sem medo das consequências.
Ser boa mãe é sofrer com a falta de saúde do filho e desejar que em vez dele, você fique doente.
Ser boa mãe é tentar sempre fazer boas escolhas, imaginando que futuramente, um pequeno erro agora, pode levar o seu filho a fazer escolhas não tão boas no futuro. É educar, ouvir, olhar pra ele, e sem mesmo dizer uma palavra, dizer com o olhar: Eu te amo profundamente!
Ser boa mãe é querer que o tempo longe do rebento passe logo, e ao chegar em casa, abraçar o filho como se fosse a última vez. É sentir saudades quando ele vai dormir, mesmo que tenha passado apenas 5 minutos. É desejar outro filho pelo simples fato de querer amar e multiplicar este amor tão puro, forte, intenso e sem explicação.
Ser boa mãe é pensar primeiro no filho na hora de comprar uma roupa, de comer e porque não também na hora de se divertir. É não ser egoísta!
Ser boa mãe é brincar com seu filho, mesmo estando esgotada depois de um dia de trabalho. É tirar forças de onde não tenha, apenas para passar mais um minutinho com ele.
Ser boa mãe é preparar o filho pro mundo, mesmo que isso doa, e saber que um dia, infelizmente, ele vai partir para seguir o seu caminho.
Ser boa mãe é pedir todos os dias um tempinho a mais nessa terra para ver o crescimento e desenvolvimento do filho. É querer ficar com a cria e achar que a vida só tem graça ao lado dele! É enxergar a vida cor de rosa pelo simples fato de tê-lo.
Ser boa mãe é ignorar palpites maldosos ou pitacos de amigos e parentes inconvenientes ou que se acham os sabichões e seguir o extinto materno. É aprender no dia a dia que coração de mãe não se engana!

Daqui
Ser boa mãe é perder a vergonha e se expor diante da situação mais constrangedora apenas para vê-lo sorrir.
Ser boa mãe é estar feliz pelo simples fato de perceber a felicidade do filho. É estar bem se ele também está.
Ser boa mãe é se culpar menos e sentir mais, agir mais, se doar e se dedicar mais. É ter paciência e persistência!

Ser boa mãe é agradecer todos os dias a oportunidade e o milagre  de ser mãe!


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Como minimizar o medo do parto

Para minimizar o medo e a ansiedade tão comuns das gestantes e seus familiares, nada mais eficaz que a preparação para este momento tão especial. Conhecer os processos e saber o que esperar oferece confiança durante o parto. Quanto mais noções e referências a gestante tiver, mais segura e tranquila ela estará.
Procure cursos de preparação para o parto, leia bastante a respeito, assista filmes e documentários, converse com outras mulheres que já passaram pelo parto, com outras gestantes e claro, com a sua equipe médica. Pergunte muito, busque informações, seja curiosa!
Daqui
Apoio também é fundamental para que o temor seja aos poucos dissolvido ou completamente perdido. Busque a presença de um acompanhante que respeite os seus desejos, isso te dará força! E é de extrema importância que esta pessoa, na grande maioria o marido ou companheiro, receba as mesmas informações cruciais sobre o processo do parto e nascimento que a gestante.
Mas se mesmo após todo este processo de preparação a gestante ainda teme o parto é importante refletir, vasculhar dentro de si mesma para descobrir qual é a causa do medo. Faça as seguintes reflexões: Estou com medo de sentir dor? Será que não estou idealizando muito meu parto? Ou quem sabe meu medo é após o parto? Como vou cuidar de um bebê sozinha se nunca fiz isso? E a amamentação? Verifique também se não é um medo herdado de outras gerações. Se for o caso, busque ajuda profissional para ajudá-la neste processo de auto conhecimento.
Reconhecer o medo e identificar a ansiedade não é um trabalho fácil! Muitos podem ter sua origem em medos inconscientes, relacionados à sua própria experiência de nascimento e à ansiedade vivida por suas mães.
Convivendo com gestantes durante a minha profissão, percebi que o medo é desencadeado muitas vezes por idealizações do parto e a maternidade perfeita! A grávida visualiza tudo muito aprimorado, sem eventualidades, imprevistos, surpresas, pequenos acidentes e por qualquer situação não planejada ou idealizada, ou que fuja do seu controle e expectativas, gera um grande pesar, desanimo e desconsolo. Meu conselho é: escute a voz do seu corpo! Não existem regras de como parir, qual melhor posição, o local, em quanto tempo. Se você conhece todo o processo, liberte-se! Fuja do controle! Apenas sinta o que o seu corpo te pede, sem preconceitos, idealizações ou receios.
Não torne a sua gravidez estressante pelo excesso de preocupação em relação ao parto. Busque conhecimento e apoio e curta muito a sua gestação.





sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Verão e a gravidez

Olá querida gestante!


Está sofrendo muito com as altas temperaturas? Pois é! Na verdade não é preciso estar grávida para sentir os efeitos nocivos do excesso de calor. Aproveite a aproximação do verão para praticar exercícios aquáticos. Além de ser de baixo impacto, previne doenças, garante um bom condicionamento físico e um corpo saudável. Praticar exercício na água relaxa e é muito refrescante!
As altas temperaturas fazem o corpo dilatar os vasos sanguíneos para trocar o calor com o ambiente externo. Na gestante, os vasos ficam muito dilatados e o inchaço é maior nos dias mais quentes.
Beba água na gestação
Fonte

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Direitos pós parto

Você sabe quais são os seus direitos durante e depois que o bebê nascer na empresa que você trabalha?
Toda gestante que trabalha com carteira assinada ou em trabalhos temporários, terceirizados, autônomos, ou domésticos, tem direito à licença-maternidade. E mães adotivas, também? Claro, nada mais justo! Se este for o seu caso, apresente o termo judicial de guarda para a empresa onde você está empregada e peça o afastamento remunerado. Porém, a regra varia de acordo com a idade da criança: com até um ano de idade, são 120 dias; entre 1 e 4 anos, são 60 dias, entre 4 e 8 anos, são 30 dias.
A demissão sem justa causa não é permitida no período de gestação, e após o nascimento do bebê a mãe tem 5 meses de estabilidade. Ou seja, 14 meses de emprego garantido, 9 de gestação + 5 no puerpério. Por isso, comunique a empresa assim que seu teste de gravidez der positivo, evitando possíveis transtornos. Se for de seu desejo, peça para seu chefe não comentar com os demais, pelos menos até você completar 3 meses de gestação.
Outro detalhe importante é que a empresa deve liberar a grávida para a realização dos exames e consultas do pré-natal, no mínimo 6 vezes. Não deixe de ir às consultas e fazer os exames, é um direito seu!
Caso a sua condição de saúde exija, o empregador deve transferi-la de função e o salário não pode ser alterado para menos. Após o nascimento do bebê você deve retomar as mesmas atividades anteriores à gestação.
Ao voltar ao trabalho, após o termino na licença-maternidade, você terá direito a dois intervalos diários de 30 minutos cada um para amamentar seu filho. Este benefício é encerrado quando o bebê completa 6 meses.
Você deve estar se perguntando neste momento: como é possível amamentar, sendo que eu trabalho na zona sul da cidade de São Paulo e meu filho está em casa com a minha mãe na zona norte? Negocie com seu chefe! Junte os dois horários de 30 minutos e peça para chegar uma hora mais tarde, aumentar o intervalo de almoço, ou ainda sair mais cedo.
Acha 120 dias de licença-maternidade muito pouco? Verifique a possibilidade de emendar o afastamento com as suas férias! Mas só é possível desde que você já tenha direito aos 30 dias. Elas começarão a ser contadas no dia do término da licença.
As funcionarias públicas ou mulheres que trabalham em companhias privadas que optaram pelo programa Empresa Cidadã, tem 180 dias de licença.

Os papais com carteira assinada também têm direito a 5 dias corridos de licença, a partir do nascimento do filho.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dicas do que comer na fase da amamentação?

Meninas, percebi ao longo do meu trabalho com as gestantes e puérperas que a alimentação durante a amamentação é um questão que preocupa as mulheres. Por isso resolvi dar dicas sobre o assunto no post de hoje.
Mães, tomem muita água! Ingerir líquidos ajudará, e muito, na quantidade de leite materno. Você vai perceber que amamentar dá muita sede, aproveite os instintos do corpo e beba muita água. Sucos naturais e chás são muito bem vindos, mas dê preferência em beber água.
Você deve estar se perguntando: Posso comer todo tipo de comida? Será que certos alimentos provocam determinadas reações no bebê? A resposta é simples; cientificamente não temos comprovações de que sim e nem que não! Produtos como brócolis, repolho, feijão, ovo, marisco, chocolate, milho, cebola, alho, comidas muito temperadas ou condimentadas, alimentos industrializados e corantes têm sido apontados como causadores de cólicas. Minha sugestão neste caso é que, se por um acaso, seu bebê tenha cólicas e você esteja ingerindo os alimentos citados acima, suspenda da sua dieta por um ou dois dias determinado alimento e observe se os sintomas desaparecem.
Evitem as bebidas alcóolicas. A cafeína é uma substância que também deve ser evitada ou pelo menos reduzida durante a fase de amamentação. Em grandes quantidades, pode causar reações de irritabilidade e agitação no bebê. Isso sem falar no desconforto no estômago da criança. Minha dica aqui é trocar o café pelo tipo descafeinado. Lembrem-se, chá preto, refrigerantes e chocolates também contêm cafeína e devem ser consumidos com moderação.
Incluía proteína extra na sua dieta para garantir a produção de leite. Escolha alimentos ricos em cálcio e vitaminas.
Coma de 3 em 3 horas e passe longe das gorduras, frituras, embutidos e enlatados. Prefira alimentos grelhados, assados ou cozidos e dê preferência aos cereais integrais, que ajudam a saciar a fome. A alimentação saudável é uma grande aliada da amamentação. Não se preocupem em fazer dieta muito restritiva e exercícios físicos muito intensos, estas atitudes podem prejudicar a amamentação.

Em caso de dúvidas, procure um nutricionista. A orientação nutricional com um especialista é sempre bem-vinda. A Daniele Assessoria para Gestante oferece este serviço para você. Nossa equipe conta com profissionais especializados em gestantes e puérperas, conte conosco, será um prazer estar ao seu lado neste momento mágico de sua vida!


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A escolha da parteira

Boa tarde pessoal!

Estou estudando para em breve me formar educadora perinatal e o curso reforçou algo que eu digo sempre para as minhas clientes: eleja com cuidado e critérios a sua equipe médica! É muito importante escolher o profissional certo para a sua vontade ou expectativa de parto. Semana passada escrevi sobre como escolher o ginecologista, hoje darei dicas de como definir a parteira.
A parteira ou obstetriz representa um importante recurso para prover cuidados de saúde a gestantes, no sentido de promover e preservar a normalidade do processo de nascimento, atendendo às necessidades físicas, emocionais e socioculturais das mulheres.
Antes de optar pela parteira, faça o pré-natal e certifique-se que a sua saúde e a do bebê estão perfeitas. Recorrer a este tipo de profissional deve ser uma escolha para as gestantes com uma gravidez sem complicações ou de baixo risco.
A maioria das parteiras oferecem cuidados pré-natais em casa e podem dar maior apoio emocional e aconselhamento nutricional, coisas que os médicos muitas vezes não dão.
Procure relatos e peça a opinião ou recomendações para as amigas, familiares, grupos de apoio e doulas, mas não deixe de marcar uma entrevista e verificar se existe empatia entre vocês.

Leve em consideração as seguintes questões ao escolher uma parteira:

Ela tem autorização para exercer a atividade?
Que tipo de formação e de certificação ela tem e qual a sua experiência?
Seu plano de saúde (se tiver um) cobre o serviço de uma parteira? Emite recibo?
Quantos partos você acompanha por mês?
Você tem algum compromisso (viagem, férias, congresso etc.) planejado para meu período provável de parto?
Em caso de imprevisto ou impossibilidade de atender ao meu parto, qual é o seu procedimento? Você trabalha com backup ou assistente?
Quem são as pessoas que compõem sua equipe? Posso conhecê-las antes do parto?
Você trabalha com doulas? Eu posso escolher minha própria doula ou você trabalha com alguma na equipe?
Que equipamentos e materiais você traz para o parto? E medicamentos?
Que materiais eu precisarei providenciar?
Como é o seu acompanhamento pré-natal? Eu precisarei visitar um obstetra também?
Que exames você pede durante a gestação, em geral?
Qual é a sua taxa de transferência para o hospital? Quais as principais razões?
Você já teve alguma complicação grave? Qual? Qual foi o desfecho? E óbito (de mãe ou bebê)?
Quais procedimentos você realiza de rotina durante o trabalho de parto?
Quando você considera importante realizar exames de toque? Eu posso recusá-los?
Você faz episiotomias de rotina? Você considera que há alguma situação em que a episiotomia é importante? Qual?
Qual é sua prática em relação a: puxos dirigidos, posição para o parto, kristeller (manobra de empurrar a barriga), soro com ocitocina em casa, momento do clampeamento do cordão, contato pele a pele etc.? [listar as que forem importantes para você]
Quais as situações ou fatores de risco na gestação que me impediriam de ter um parto domiciliar?
Se eu for transferida para o hospital ou para o cuidado de um obstetra, você vai continuar me acompanhando?
E se eu passar das 41 ou mesmo das 42 semanas? Qual a sua conduta nesses casos? Eu ainda poderei parir em casa? Você recomenda indução? Quando?
Qual é sua conduta em relação ao rastreamento do streptococcus do grupo B? Eu posso escolher não fazer o exame? E se der positivo, eu terei que parir no hospital?
Você tem experiência com partos normais depois de cesárea (uma ou mais de uma)? E pélvicos? E gemelares? (listar outras situações em que você se encaixe ou que te preocupam?
Como é seu acompanhamento pós-parto? Você ajuda com a amamentação, se necessário? Após o parto, eu precisarei ter uma avaliação imediata de um pediatra? Em que situações?
Quanto você cobra? Em que momento será feito o pagamento? (antes ou após o parto)
Você aceita parcelar? Qual é sua política de reembolso se eu decidir mudar de profissional ou desistir do parto domiciliar? E se eu for transferida?
Há quanto tempo você é parteira?
Você participa de algum grupo ou entidade de profissionais? Costuma discutir casos ou pedir segunda opinião?
Você tem treinamento em emergências obstétricas? E reanimação neonatal?
Há quanto tempo você faz parto domiciliar?
Você tem relato, filme ou foto dos partos que você fez? Posso conversar com as suas clientes anteriores?
Quantos bebês você já ajudou a nascer?


Boa sorte na sua escolha!


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Escolhendo o ginecologista

Meninas, se na época da minha primeira gestação eu tivesse o conhecimento que eu tenho hoje, adquirido pela profissão e pelo amor ao mundo gestacional que me faz querer sempre saber mais e mais, com certeza eu não teria recebido a minha filha por um parto cesariana. Respeito a escolha de cada mulher, afinal o parto é nosso, e quem deve decidir a via de nascimento de nossos filhos somos nós, mas por falta de conhecimento somos enganadas muitas vezes. Por isso resolvi escrever sobre qual é a melhor maneira de escolher um médico/obstetra (semana que vem falarei sobre a escolha da parteira). Antes mesmo de começar as tentativas para engravidar procure um profissional. Uma boa maneira de encontrar é conversando com as pessoas. Pergunte aos amigos, familiares e outros profissionais da área da saúde de sua confiança se recomendam alguém. Quando tiver uma listinha de nomes, classifique os que mais lhe chamaram a atenção, sendo pelo currículo do médico, experiências, especialização ou até mesmo por ser perto da sua casa ou trabalho e marque para conhecer pelo menos dois médicos. Faça todas as perguntas que achar importante. Não se trata de verificar se o profissional responde corretamente as suas perguntas, mas de seguir o instinto e descobrir um que tenha os mesmo objetivos e a mesma filosofia que você. Leve em consideração se ele é um médico qualificado para a função e se ele, assim como o (s) hospital (is) que ele recomenda para o parto (se você não tem a intenção de fazer um parto em casa), estão credenciados no seu plano de saúde (supondo que você tenha um). Verifique também a possibilidade do médico realizar o procedimento de parto no seu hospital de escolha e não nos hospitais que ele costuma executar. A escolha final é sua! Pergunte qual o tipo de parto que ele recomenda ou faz com maior frequência, e observe a maneira como ele aborda o assunto. Este questionamento lhe mostrará se as ideias dele são compatíveis com seus desejos e ideais. Indague sobre a taxa de cesariana e parto normal desse obstetra e em que circunstâncias ele toma a decisão de fazer uma cesariana. Atente-se! O que ele diz, as vezes não é o que realmente acontece, pesquise! Não esqueça de comentar sobre a episiotomia, o que ele fará se o bebê não estiver encaixado no momento do parto e por último, em relação à gestão da dor, as ideias do médico estão compatíveis com as suas? Outras perguntas importantes são em relação à política de indução de parto: até quando o médico estabelece um prazo limite para tomar tal providência e quanto tempo depois da data prevista ele costuma esperar antes de induzir o parto. Troque uma ideia sobre as regras do médico relativas a quem poderá acompanhá-la nas consultas e no parto. O que o profissional pensa sobre as doulas e se vai de encontro com os seus interesses. Caso você tenha uma patologia ou pré-disposição para algum tipo de doença, não deixe de questioná-lo sobre uma eventual complicação e qual a experiência do médico nestes casos. Se você estiver pensando em fazer um parto vaginal após cesariana, pergunte a taxa de sucesso do médico nestes casos (o ideal será que ele tenha uma taxa de sucesso entre 60 e 80%). Tem a intenção de fazer um parto na água? Verifique se o hospital pratica este tipo de parto e certifique-se que o médico tenha experiência. Lembre-se, você terá consultas frequentemente, alguns médicos no começo e no final da gravidez preferem acompanhar a gestação quinzenalmente, por esta razão, verifique se a localização, o percurso e os horários de atendimento do médico estão de acordo com as suas necessidades. Pense no seu conforto e bem estar! Questione ao médico quem o substitui quando ele está viajando ou atendendo outras pacientes. Peça para conhecer seu (s) substituto (s). É muito importante se sentir segura! Espero muito ter ajudado. Faça a escolha certa do profissional para não se frustrar após o parto! Uma boa semana para você e até semana que vem.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Inserir pai no processo da gravidez

Meninas, tenho visto que os pais estão cada vez mais participativos na fase de gestação, e acho esta atitude fantástica!
Eu como Baby Planner tenho como papel tentar inserir o futuro papai em todas as atividades e processos da gestação, e são poucos os que não se animam com a idéia, seja por falta de tempo, vontade ou paciência. Apesar de a mulher carregar o bebê no ventre, o filho não é apenas dela, e nada mais justo que o homem esteja sempre pertinho, observando, tocando a barriga, participando de tudo, dando opinião e fazendo escolhas juntamente com a gestante. Foi-se o tempo que gravidez era coisa apenas de mulheres!
A maneira que eu encontrei de inserir mais e mais os pais no processo de gravidez é convidá-los a participar da equipe de saúde, que determina a atuação do parto, acompanhar a gestante nas consultas e exames, fazer um curso preparatório para casais grávidos, manter contato com o filho ainda dentro do ventre, conversar, cantar. É interessante também oferecer os mesmos livros ou revistas sobre o universo gestacional que a gestante está lendo para o papai, desta maneira ele ficará tão bem informado quanto a grávida e poderão comentar sobre os mais variados assuntos deste momento tão especial para ambos. Sugiro aos homens ajudarem a futura mamãe a escolher a cor do enxoval, o tema do quarto e até mesmo as roupas novas da gestante. Outra forma muito importante é auxiliar e porque não, controlar a alimentação da grávida, que neste momento deve ser sem excessos e equilibrada.

Papai, não ceda o seu papel para a sogra, tias, cunhadas ou amigas. Curta a gravidez ao lado de sua companheira e aproveite, pois passa muito rápido!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Auto estima da gestante

Sinta-se feliz durante e após a gravidez. Que saber como? Cuidado, consideração e respeito consigo mesma! Ou seja: valorize-se, aprecie-se e tenha auto estima. Goste de você da maneira que você é e acentue seus pontos fortes!
Lembrem-se: estar grávida é um momento único e passageiro, tire proveito de todas as mudanças, sejam físicas ou emocionais.
Abuse das maquiagens, bijuterias, jóais, enfeites em geral, cuide dos cabelos e unhas. Sinta-se a mais bela das grávidas!
Permita-se alguns prazeres como uma bela massagem, ou uma tarde de longa conversa com as amigas, viagens, um jantar a luz de velas.
Não fique parada, mantenha-se ativa e cultivando pensamentos positivos e bom humor.
Quem disse que grávida não pode usar lingeries sedutoras? Abuse!
Use roupas que valorizam a sua nova forma, não perca a feminilidade.
Estreite os laços conjugais e namore bastante, buscando explorar experiências amorosas e sensuais. Isso dá mais segurança e fortalece o relacionamento.
E para finalizar, mentalize: eu estou linda e feliz comigo mesma!



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O bebê precisa tomar água?

Se o bebê mama exclusivamente no seio da sua mãe, a resposta é: Não! Nem mesmo no mais quente dos verões, um bebê que mama exclusivamente em sua mãe, precisará de água. O que pode acontecer nestes dias é que o bebê queira mamar com mais frequência. Muito menos sucos, chás e outros líquidos. Isso vale até o momento em que o bebê mamar exclusivamente o seio da sua mãe. 

Por outro lado, se o bebê é amamentado com fórmulas infantis , é recomendável que se dê um pouco (30 a 50 ml) de água, entre uma mamadeira e outra. Isso porque, por melhor que sejam as fórmulas lácteas infantis, estas sobrecarregam os rins dos bebês que precisam dessa água complementar para garantir seu bom funcionamento. Claro que o bebê não é obrigado a aceitar a água todas as vezes em que esta for oferecida nem que precise ser acordado de madrugada para tomar água.

O mesmo vale para o volume sugerido. Pode ser que um bebê aceite um pouco menos em um momento e um pouco mais em outro, sem o menor problema.

Para os bebês que recebem uma amamentação mista, isto é, leite materno e algum complemento, vai depender de quanto complemento o bebê toma. Se for pouco, como uma ou duas mamadeiras, não há necessidade de dar água. Agora, se for a cada mamada ao seio, algum complemento, então é razoável oferecer água nos intervalos.



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como escolher o melhor carrinho para o seu bebê?

Está é com certeza a dúvida mais frequente das gestantes. Por esta razão separei dicas úteis para te ajudar nesta escolha tão difícil.
Primeiro de tudo, leve em consideração o peso e a idade do pequenino.
Dentre os itens que são indispensáveis para que seu bebê viaje seguro, está o cinto de segurança. A maioria dos carrinhos de passeio possui o de cinco pontos que passa pelas perninhas, ombros e quadril. As dobradiças também fazem parte da segurança dos carrinhos e, por isso, não possuem partes pontiagudas e ficam fora do alcance das crianças, para não machucá-las.
Na hora da compra, os pais não podem esquecer de observar as rodas, que devem ser resistentes, ter freios e travas, para que deslizamentos sejam evitados, assim como outros tipos de acidentes que possam machucar seu filho.
carrinhos de bebê que possuem encosto reclinável multi-posições para deixar o passeio do seu filho mais confortável e seu sono mais relaxante. Esse tipo de carrinho é indicado para aquelas mamães que também querem deixar o bebê tirando uma soneca durante o dia, além de levá-los para passeio. Também há aqueles que possuem quantidades de recline determinadas pelo fabricante.
Lembrando que nenhum carrinho tem a opção de reclinar o assento totalmente. As mamães também podem escolher os tipos que possuem assento ou alça reversível, no qual o bebê pode ser transportado de frente para o movimento ou de frente para elas.
Ao escolher o carrinho de bebê, atente-se ao seu tipo de fechamento que pode ser do tipo “guarda-chuva”, normalmente fica mais compacto, sendo mais facilmente guardado em ambientes menores. Há também a forma que o carrinho é fechado ao meio, na horizontal, porém os modelos com esse tipo de fechamento, geralmente são maiores, e por isso podem não ser indicados para quem possui pouco espaço.
Como cada família tem um tipo de automóvel, não esqueça de prestar atenção no tamanho do carrinho, para verificar se ele é adequado ao tamanho do porta-malas do carro e garantir que o produto possa ser transportado com facilidade.
Os pais que desejam mais comodidade têm a opção de escolher um modelo com o recurso travel system que permite o encaixe do bebê conforto. Com esse tipo de dispositivo você garante mais praticidade, pois não precisa se preocupar em tirar seu filho do carrinho e colocá-lo no bebê conforto.
Ao longo do tempo o porta-objetos acabou se tornando um acessório indispensável para todo carrinho de passeio e deve corresponder às necessidades de cada mamãe. Uma dica: durante a compra, leve uma bolsa para pendurar no produto, verificando se ele aguenta o peso.
Depois de comprar o carrinho não deixe de levar seu bebê para passeios divertidos no parque e na vizinhança.

Tenha um lindo final de semana!


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Nove meses de muito charme

Gestantes queridas, conforto não é sinônimo de desleixo! Você pode e deve estar elegante em qualquer fase de sua vida.
Grávida ou não, evidencie sempre seus pontos fortes e disfarce o que não está tão legal.
Hoje em dia não faltam opções que aliem conforto e estilo. Não existe desculpa para encarar os inúmeros compromissos como: consultas do pré-natal, chá de bebê, trabalhar ou bater perna para comprar todos os itens do enxoval. A indústria da moda oferece soluções para todos os bolsos e corpos!


Não é preciso montar um closet novo só porque você está grávida. É possível investir em apenas algumas peças como: calça jeans com pala de lycra, camisetinhas mais folgadas e longas para cobrir o bumbum, caso você não esteja se sentindo a vontade para exibi-lo, vestidos longos, evitando desta forma deixar a mostra alguma parte do corpo que você não quer evidenciar, por causa do volume extra da barriga. Cardigãs também são ótimos para ajudar a disfarças os braços mais cheinhos e afinar a silhueta, especialmente se usados aberto.


Uma dica que ajuda a disfarçar a marca da calcinha e que alivia a dor e o cansaço é usar meia de compressão.
Evite os tecidos sintéticos. Dê preferência por malhas em geral, cambraia, jérsei, seda e chiffon.


Imagens Google



sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Filho imaginário

Logo o exame de gravidez dá positivo e você começa a imaginar como será esta criança, o nome que ele (a) vai ter, que características terá, com quem se parecerá e etc.
Durante a gravidez, a futura mamãe se projeta nele através de seus sonhos, desejos e ambições. Ela cria uma criança ideal e perfeita pra ela! E isso é super normal.
Mas algumas vezes, idealizar o filho impecável traz dor e dificuldades, pois pode acontecer do bebê desapontar a mãe: ela esperava ter uma menina e é um menino, ou o aspecto físico do bebezinho é muito diferente do que ela imaginava ou sonhava. A criança nem nasceu e já tem que atender a uma série de expectativas.
Meu conselho para estas mães ou pais que por alguma razão se frustram ao ter seu filho nos braços é: não substitua o seu filho REAL pelo IMAGINÁRIO! Não somos pais por encomenda! Ame seu filho da maneira que ele é e agradeça a oportunidade de tê-lo ao seu lado todos os dias de sua vida. Filho não deve ser feito para saciar desejos e sonhos e sim para ser amado.


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Eu conto ou espero?


Meninas, este é sem dúvida um dos maiores questionamentos de todas as gestantes. Qual o melhor momento para comunicar a gravidez? É tanta felicidade que a vontade é gritar para o mundo todo escutar, não é verdade? Isso sem falar na ansiedade!
Decidir quando contar e a quem é uma tarefa estritamente pessoal, cada um decide em função do momento que está vivendo, de muita euforia, alegria, ansiedade, temor, hábitos familiares, da força dos laços do círculo de relacionamento, distância geográfica e até a idade diferencia na escolha.
Há mulheres que têm necessidade de anunciar imediatamente a gravidez, outras, de início, guardam preciosamente o segredo e só partilham com o companheiro. Outras, decepcionadas com um aborto anterior, só fazem o anúncio ao final do terceiro mês, quando o risco de tais acidentes torna-se quase nulo.
Não se decepcione caso uma amiga íntima receba a notícia com frieza, as reações do círculo de amizade são bem variadas, espere os mais diversos tipos de reações! Neste momento um turbilhão de conselhos e dicas serão automaticamente lançadas o tempo todo pelos amigos e familiares, não se aborreça, isso também faz parte!
Mesmo a atitude do futuro papai pode surpreendê-la! Se ele não tinha a intenção de ter um filho ou não esperava por esta notícia tão cedo, ou até mesmo, o momento não é o mais propício para a chegada de um filho, pois ele está desempregado ou está passando por qualquer outra situação que traz preocupação, a ocasião exige mais cuidados, e só você encontrará a maneira e o momento certo de anunciar a gravidez.
Os filhos mais velhos percebem depressa que alguma coisa está acontecendo, por isso, mesmo que eles sejam bem pequenos, é recomendado por pediatras contar-lhes que um bebê está crescendo na barriga da mamãe. Associá-los à gravidez ajuda-os a não se sentirem excluídos.

Tome a decisão de contar ou não contar e curta cada minuto da sua gestação! Felicidades, e aproveite os próximos nove meses mais especiais da sua vida!


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