terça-feira, 11 de novembro de 2014

Dia de Birra (a mãe pira!)

Olá amiguinhas maravilhosas, o assunto de hoje é a birra.



Meu... birra. Ô coisa mais chata. Esse final de semana passei por isso e a vontade foi de mandar a criança de volta pra barriga. Sabe aquele momento em que a criança está super bem, feliz e saltitante e num passe de mágica, ela se transforma em um Gremlin molhado, espumando e babando? Aconteceu comigo, amigues.

Gremlin durante a transição

No geral Dudu não é de birras. Ele é bem de boas mesmo. Mas não sei o que deu no moleque. Começou com um brinquedo vendido no farol, que obviamente lhe foi negado. Um ataque de choro no carro. Achei que fosse passar, não passou. Chegamos no restaurante, emburrou mais ainda, ficou se jogando pra debaixo das mesas, disse que não ia comer, começou a amassar a batata frita. Meu sangue subindo. Pedi um hambúrguer pra criança... se jogou pra trás igual bebê, travou a boca, começou a berrar. Meu sangue subindo mais ainda. 

Tive um treco, saí de mim. Botei de castigo na cadeira e dei uns berros (é, eu sei, mas dei). Continuou se jogando pra debaixo da mesa, me desafiando com o olhar. Fiquei nem trinta minutos na lanchonete, perdi a fome. 

Seguiu-se o mau humor até quase chegarmos em casa. Aí veio pedir desculpas. disse que sabia que tinha se comportado mal. Eu disse que desculpava, mas que iria deixar ele sem Ipad pelo final de semana. Expliquei que o comportamento dele era inaceitável para um menino de quase cinco anos e que não iria aceitar mais que ele fizesse esse tipo de coisa. 

Passamos o restante do dia bem. No dia seguinte, fomos a minha mãe e o ciclo quero isso - não vou comprar - mas eu quero - não - choro - berro se repetiu. Proibi meu pai de comprar o que ele pediu, porque se for analisar, ele fica assim justamente por causa disso, tudo o que ele pede, alguém vem e dá (FLW VLW parentes). Fico doida por isso, pois passo a semana tentando ensinar o valor das coisas e chega no final de semana, tudo o que ele resmunga, alguém vai e dá pra ele. Resultado: foi embora chorando, mas dessa vez a birra não perpetuou, menos mal.

Como é difícil não? A gente acha que só acontece com o filho dos outros, mas na hora que o cuspe volta bem no meio da testa, a gente vê que acontece com todo mundo. E é horrível, parece que estão todos olhando (no meu caso, estavam mesmo) e que seu filho é o pestinha mais pestinha do universo. E eu sei que ele não é assim, Dudu é muito doce, mas é uma criança como qualquer outra. Cabe a mim continuar firme e não ceder aos ataques de pelanca da criança até essa fase passar... 

Passa né? Digam que sim, por favor... 

Temos outros desabafos sobre birra por aqui:

Birra até quando?
De Birras e Passeios 
E o ciúmes?
E umas dicas de um Webinar super legal que participamos sobre como lidar com as birras.


E vocês, como lidam com essa característica tão insuportável peculiar dos seus pequenos?





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