segunda-feira, 2 de junho de 2014

Dicas em Nova York: Compras, Alimentação e Passeios



Como eu sempre costumo fazer depois de uma viagem, aqui estão algumas dicas de lugares legais pra conhecer em Nova York, dicas de compras, enfim, um resumão do que fizemos, onde andamos e tal.

Compras:

Isso aqui foi só o primeiro dia. Realizem.
A verdade é que a cidade não está tão barata quanto era antigamente ou então meu nosso poder de compra reduziu muito com esse dólar alto. Ainda assim dá pra fazer boas compras em lojas de desconto como Marshalls e T.J. Maxx (Malas Samsonite a partir de 59 dólares), Century 21 (entre a muvuca de turistas e falta de numeração, calças da Seven por 35 dólares), The Cosmetic Market (uma loja de cosméticos com preços absurdamente baixos e com boas opções, tipos cremes da Revlon de 21 por 7 dólares) e Outlets, dessa vez visitamos o Jersey Gardens (menção honrosa pra Calvin Klein do primeiro piso com preços ótimos), que é bom, mas ainda prefiro o Woodbury Common. Target é sempre amor no coração, mas também achei algumas coisas com preço acima de outras lojas. H&M era passagem obrigatória, pudera, tem literalmente uma em casa esquina com Gisele esfregando o corpo lindo dela na nossa cara. Forever 21 não me encantou e a única coisa que eu comprei lá - um anel - se perdeu no limbo. As roupas e sapatos infantis compensam demais, comprei bastante coisa pro Dudu, sapato até ele completar 14 anos (mentira, uns 12). Um lugar com preços ótimos e com muita variedade de cosméticos é a Bed Bath & Beyond, comprei muita coisa lá, incluindo lancheira SkipHop por 13 doletas.  Lojas Mico: Macy's com seus milhões de andares e muita, mas muita gente. Nordstrom nem pensar, tudo absurdo de caro! As farmácias não andam com preços muito atrativos e quanto mais perto da região da Times Square, mais caras ficam as coisas. Lojas de souvenir nessa região, nem pensar!
A dica pra quem quer se aventurar nas compras é chegar sempre o mais cedo possível, deixar pra fazer compras no final do dia significa encontrar lojas lotadas, sem reposição de mercadoria e muito zoneada. Evite.

Passeios:

Fora o de sempre, Central Park, Times Square, Battery Park, Ponte do Brooklyn e afins, fizemos dessa vez alguns passeios diferentes e muito agradáveis. De posse do nosso Metrocard ilimitado, rodamos toda a ilha e fora dela. Fomos pra Roosevel Island de bondinho (passeio curtinho e com uma vista pra Manhattan incrível), conhecemos as fofíssimas ruas do Brooklyn (Williamsburg, Feira de Smorgasburg e Coney Island). Pegamos a ferry gratuita para Staten Island pra ver a Estátua da Liberdade, visitamos a deliciosa ruas de bares, a Stone Street, fomos a Pubs, museus (adorei o de História Natural). Enfim, saímos do lugar comum e não nos arrependemos. 

Tulipas por toda a cidade, coisa mais linda!

No Pier 11 com a ponte do Brooklyn ao fundo

No Brooklyn Bridge Park, onde tem um carrossel fofo!

Calçadão em Coney Island


Alimentação:

Confesso que não damos grande importância para experiências gastronômicas, porque aí não sobra dinheiro pras compras.  Mas conhecemos alguns lugares gostosos e com bons preços, que mega valem a pena visitar. Hamburguer: Five Guys, Harlem Shake e 67 Burger (No Brooklyn). Deliciosos, bem servidos e com preço justo. Pommes Frites, um lugar incrível que só vende batata frita, no meio do Village, muito legal. Fomos conhecer a Carlo's Bakery e provar os famosos Canollis. Minhas opinião: prefiro chocolate! Os Waffles do Wafels and Dinges são uma coisa de bom, comi duas vezes lá #vaigordinha. Não conseguimos ir no sempre cheio Shake Shack. Fomos ver o hype Hot Frozen Chocolate do Serendipity, mas não achei muita graça. Em Nova York não tem Cheesecake Factory, mas o Junior's Cheesecake não faz feio. E pra amenizar a culpa, pelo menos em uma das refeições a gente entrava numa Hale and Hearty ou no Pret a Manger pra tomar uma sopinha.

O Hot Frozen Chocolate do Serendipity, que é mais bonito do que gostoso

O melhor Waffle da vida inteira!
As sobremesas do Cake Boss

A batata tamanho médio da Pommes Frites vale por uma refeição


Parceiros indispensáveis:

Como passávamos o dia todo na rua, nada como uma "equipe de apoio" durante a viagem. O Metrocard ilimitado para toda e qualquer viagem de metrô e de ônibus é importantíssimo. O SIM Card para acessar a internet da foi comprado em uma loja da AT&T por 50 dólares com 5GB de dados, mais do que suficiente pra nós duas. O modem/router sem fio também da AT&T eu já tinha, mas nunca tinha usado na prática. Ele distribui o sinal entre até cinco aparelhos, ótimo pra quem está compartilhando internet. Não é indispensável, mas foi ótimo pra gente. Pra quem não quer gastar com SIM Card, tem Wi-fi em lojas como Sephora, Best Buy, Starbucks e um ou outro restaurante. Ah! E o Power Bank, adquirido no Mercado Livre antes da viagem, que carregava dois celulares e o modem várias  quando a bateria acabava e segurava a carga até o final do dia.

Os Apps mais usados foram o Hop Stop, que calcula o trajeto direitinho. O Subway Maps, mapa Offline do metrô, que no começo parece confuso, mas depois que se pega o jeito é uma maravilha. E o próprio Google Maps, que mesmo quando a internet capotava, dava conta de mostrar pelo menos a localização onde estávamos. Baixei outros, mas usei quase nada, esses foram certeiros.

E todo o meu amor ao Advil, um de manhã e um a noite, pra aguentar todas as andanças na cidade.

Claro que esse é um resumão, quinze dias dá pra fazer muita coisa! Mas o melhor que fizemos está aqui pra vocês curtirem e quem sabe aproveitarem quando forem pra lá. Me levem!!. Já tô quase pedindo emprego de guia turístico kkkk



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