quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A (falsa) sensação de segurança nas cadeirinhas de carro

Eu super concordo com a lei das cadeirinhas. Na verdade eu acho que não deveria ser lei não, deveria ser obrigação deixar suas crianças em segurança dentro do carro, seja para passeios curtos ou longas viagens. Mas como só se obedece quando mexem no bolso, vamos lá. Nunca na vida vou tomar multa por falta de uso da cadeirinha, mesmo pra ir até a escola do Dudu – que fica na rua de casa – Dudu vai lá sentadinho e preso ao cinto. Mas o que eu tenho questionado ultimamente é a qualidade e a efetividade dessas cadeiras.


Explico. Quando o Dudu nasceu e foi pro bebê conforto, achei a coisa mais linda de meu Deus, ele super seguro, deitadinho, bem preso no banco, dava até pra dormir! Aí quando passamos pra cadeirinha acima de 9 quilos, que passa a ser virada pra frente, procurei um modelo que me parecesse adequado (não vem ao caso citar o modelo). Comprei uma cadeira de R$400,00 achando que minha tranqüilidade e a segurança do meu filho estava comprada. Na instalação já fiquei decepcionada: a cadeira não reclinava nada! Quando ele usou pela primeira vez, vi que ele ficava quase reto e pensei como ele iria dormir. É uma judiação. Dudu fica todo torto, com o pescoço dobrado, não sei como consegue dormir sem ficar com torcicolo!! Extremamente desconfortável! Não consegui fotografar o Dudu dormindo na cadeirinha porque meu celular sem flash não permitiu, mas é de dar dó.

Outro problema que me mata e que eu recorri às mamães do Twitter dia desses é a facilidade de soltar os braços do cinto. Não dá um minuto e Dudu se solta! Mudei o cinto, reinstalei a cadeira, apertei mais, briguei, nada adiantou. Ele se solta do cinto numa boa, ficando preso somente pela trava das pernas. Isso é super perigoso! Numa freada brusca ele pode se machucar feio!! As amigas foram quase unânimes: os filhos também soltam os braços das suas cadeiras (e olha que nem falamos sobre marcas, modelos, nada). A cadeirinha do nosso outro carro é de outra marca e modelo. O problema de reclinar foi parcialmente resolvido porque ela parece mais confortável, custando um terço do valor da cadeirinha oficial. Mas o problema de se soltar do cinto permanece, demora um pouco mais, mas o Dudu Copperfield eventualmente acaba se soltando. E aí junte:

Cadeira que não reclina + Filho que se solta da cadeira + Filho que dorme na cadeira = Filho sem apoio nenhum, complemente debruçado na cadeira, sujeito a um tranco na coluna.

Pode isso Arnaldo INMETRO? Cadeirinhas regulamentadas, testadas e aprovadas na teoria serem reprovadas por quem realmente as usam na prática?? Será mesmo que o governo está do lado da segurança das crianças ou do lado dos fabricantes, visando apenas lucro e impostos vindos da venda dessas cadeiras?

Como é a situação na família de vocês? Tem alguma dica pra compartilhar?

Esse post foi originalmente publicado no Sem Firulas em Setembro/2011


2 comentários:

  1. Esse negocio de soltar os braços seria facilmente resolvido com uma pecinha de plastico que une as duas alças na altura do peito. Os carrinhos da galzerano normalmente vem com isso...

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obrigada pelo comentário!