terça-feira, 2 de setembro de 2014

Uma conversa sobre carrinho de bebê

Já falei em um post que comprei o carrinho City Mini no enxoval.


Escolhi este carrinho principalmente pq ele tem limite de peso de 23 kg.
Ou seja, pode ser usado até a criança ter uns 4/5 anos.
E como o JP usa o carrinho até hoje, esta foi uma boa opção.
Aliás, ele já usou mais o carrinho do Gustavo que o próprio Gustavo.
Sempre que saímos para caminhar na rua, no parque ou no shopping ele acaba pedindo para ir pro carrinho depois de um tempo. Eu realmente não me importo.

Optamos em um carrinho assim, pois os carrinhos-berço são muito práticos nos primeiros meses ou primeiro ano do bebê. Depois que o bebê cresce, ao meu ver, estes carrinhos viram trambolhos. Ocupam muito espaço e não suportam tanto peso.
Foi a minha experiência com o JP. Comprei um carrinho-berço, que nos serviu por um ano. Depois que cresceu, o carrinho não suportava mais o peso dele e tivemos que trocar por um outro que suportasse mais peso.
Como usamos carrinho até hoje com JP, optamos por um carrinho mais robusto, pois o do JP já está bem judiado.

Geralmente saímos somente com um o City Mini e colocamos Gustavo no colo quando JP vai descansar um pouco. 
Pensamos em um carrinho duplo, mas devido a idade do JP (quase 5 anos) vimos que teria pouco uso, pois a cada dia menos ele irá usar o carrinho.
Além disto, esta opção é fácil de dobrar (sim igualzinho aparece nestes vídeos da marca) e não é enorme dificultando vc guardar em casa ou no carro.

Quando você for escolher o carrinho sempre pense: 

Por quanto tempo quero usar o carrinho? 
Qual o custo-benefício? 
Quanto espaço tenho para guardar o carrinho em casa/ carro?

Pq a princípio você pode pensar só no custo do carrinho, mas a longo prazo um investimento um pouco maior compensa, pois não será necessário comprar um segundo carrinho para passeio.

 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

E o ciúmes?

Aqui está assim: se estamos só nós quatro (eu, Fabio, JP e Gustavo) não tem ciúmes, não tem choro, tem rotina, tem vida normal. 
Se chega qualquer pessoa ou vamos para casa dos avós o negócio muda de figura.
Claro, JP sempre foi o centro das atenções e dividir não está sendo fácil para ele.

Antes do Gustavo nascer, conversamos muito a respeito disto com ele e preparamos tudo para que não houvesse grandes danos.
Muita coisa funcionou, ele ama o irmão, o protege, fala do irmão para todo mundo, é um irmãozão.
Uma das atitudes do JP que demonstram isto é quando Gustavo está choramingando no carro e ele se estica todo e passa a mão na cabeça dele e fala:
- Calma Gu, estou aqui, sou seu irmão.
Juro que meu coração derrete e tenho vontade de pular pro banco de trás e dar uma mordida...

Antes de Gustavo nascer conversamos que o irmão ia chegar, que ele iria dividir os avós, os tios, as tias e a dinda.
Ele sempre disse que as vovós não ia dividir.
E este é onde mora o maior ciúmes dele.
Dividir o colo das vovós com o irmão.
Quando uma das vovós está com Gustavo ele faz de tudo para chamar a atenção. E este de tudo é de tudo mesmo.
Sobe no sofá, pula, grita, sabe criança fazendo birra? Fica um pouco pior.

Já conversei com ele, conversamos muito com ele e lógico com as avós, mas tem sido momentos tensos.
Acredito que é um ajuste mesmo.

E com vcs como foi o ciúmes entre irmãos?

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Você sabia que doenças gastrointestinais não são contraídas apenas por alimentos?


Você sabia que a maior concentração de bactérias encontra-se no banheiro e na cozinha da sua casa e que, se não for bem higienizado, uma bactéria se reproduz até se tornar dois milhões, em apenas sete horas? E você sabia que os vírus e bactérias que causam a diarreia podem ser transmitidos não só por alimentos, como também por superfícies da sua casa? Direta ou indiretamente, mãos, superfícies do ambiente e vias aéreas também servem como canais de transmissão desta doença.

Estudos demonstram a correlação entre a higienização das superfícies e a redução na transmissão de infecções. “As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos, pois a pele é um reservatório destes agentes infecciosos, que são transferidos de uma superfície para outra, porém, lavar somente as mãos não é o suficiente. É importante manter a sua casa higienizada, já que muitas doenças podem ser contraídas em um simples toque da descarga ou em contato com uma esponja de cozinha”, explica Dr. Gustavo Henrique Johanson, médico infectologista e professor da USP.

Segundo ela, existem dois ambientes no lar que são mais propensos a contaminação: O banheiro e a cozinha. “O banheiro é um dos lugares mais perigosos. É nele em que os moradores fazem a higiene pessoal completa, desde o banho até os cuidados com os dentes. Por isso, é o cômodo que oferece os maiores riscos de contaminação. Se os cuidados básicos de limpeza não forem tomados, o banheiro pode ser a porta de entrada para doenças que vão atingir toda a família”, alerta.

Já na cozinha, as bactérias se acumulam, por exemplo, por meio de produtos de carne crua, na qual uma grande quantidade de bactérias fecais se origina. Segundo pesquisa da companhia, a esponja ou pano de cozinha são os objetos mais sujos deste ambiente. Existem cerca de 10 milhões de bactérias por 2,54 centímetros quadrados em uma esponja, e um milhão em um pano de prato. A especialista ainda alerta que é preciso tomar cuidado ao lavar as louças ou limpar a casa com esponja. “Se uma esponja for guardada debaixo da pia (um lugar úmido e escuro) provavelmente ela armazenará muitas bactérias. Mais de 450 milhões de bactérias/gota” aponta Johanson.

O infectologista ainda explica que os microrganismos mais comuns transmitidos pelo contato com superfícies sujas são: Escherichiacoli, H1N1, Klebsiella pneumoniae, Staphylococcusaureus, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus epidermis, Streptococcus pyogenes, que estão relacionados com a transmissão de algumas doenças, tais como: diarreia, infecção estomacal, gripe, infecções respiratória, infecção de pele e dor de garganta. Ele explica que essas doenças podem evoluir para um quadro mais delicado se não forem devidamente tratadas. “Por isso é tão importante manter as mãos e superfícies limpas, pois ao entrar em casa, automaticamente a pessoa pode carregar nas roupas e sapatos diversos tipos de vírus e bactérias que podem se instalar no chão ou nos móveis com um simples contato”.

Para evitar que essas contaminações aconteçam em casa, especialistas prepararam dicas de como manter os ambientes devidamente higienizados:

1- Vaso sanitário: Mesmo se não houver contato direto com o vaso sanitário há outras maneiras que possibilitam a saída dos microorganismos do vaso. Quando a descarga é acionada ela produz respingos, que em sua maioria ficam dentro do vaso, mas também produz aerosóis – pingos muito finos que são dispersos no ar. Dessa forma, as bactérias fecais permanecem por até 2h no ambiente. Os respingos transferirão organismos para o assento e para a tampa, ao passo que partículas de aerosol podem percorrer distâncias maiores e se fixar não apenas no assento do toalete e na tampa, mas também em outras superfícies do banheiro, como o botão da descarga, a torneira, a maçaneta, além de superfícies de pia e banheira, ou até mesmo em itens como escovas de dente. As pessoas podem recebê-los nas mãos e podem ser infectadas por transferência direta da mão para a boca, pelo manejo ou preparo de alimentos para o consumo.

Solução: A melhor prevenção é evitar o contato direto e lavar muito bem as mãos após utilizar o vaso sanitário (ou tocar nele). Mesmo assim os organismos podem ser transferidos às torneiras, por exemplo, antes das mãos serem lavadas. No banheiro, a descarga deve ser acionada apenas com a tampa do vaso fechada. Além disso, recomenda-se a limpeza diária de pisos e azulejos, além de uma boa higiene das mãos, o que pode evitar 80% dos casos de contaminação, explica a especialista.

2 - Pia: Pode parecer inofensiva, mas a pia do banheiro é um dos lugares mais vulneráveis ao acúmulo de germes e bactérias, por conta das gotículas de secreções expelidas durante a tosse, a escovação dos dentes e a umidade do ambiente.

Solução: Jogue água fervente por toda a superfície. Na sequência, com auxílio de um pano úmido aplique cloro em gel e deixe agir por 5 minutos. Em seguida, utilize um pano seco para retirar o excesso do produto ou enxágue.

3 – Chuveiro e Box: Em situações nas quais os chuveiros não são devidamente limpos, existe um risco de que ele possa se tornar fonte de bactérias, especialmente se a água parada se acumula no sistema quando o chuveiro não for utilizado por um período. Também podem ser transmitidas a outras pessoas por inalação de aerosóis gerados a partir da água contaminada. As paredes e a cortina do boxe também fornecem condições ideais para o crescimento de fungos que, ainda que não sejam infecciosos, podem ser danosos com a liberação de esporos ou substâncias que desencadeiem alergias respiratórias, como asma.

Solução: Para paredes e pisos do box dilua duas tampas de cloro em gel em 1 litro de água e esfregue com uma esponja, lembrando de limpar os cantinhos com uma escova. Enxague e seque com a ajuda do rodo e um pano que não solte fios de tecido. Para garantir a desinfecção deixar o produto puro atuar por 5 minutos ou diluído por 10 minutos.

4 - Maçanetas: Maçanetas de portas podem conter saliva, coliformes fecais e até mesmo vírus como o da gripe.

Solução: A limpeza com apenas um pano úmido e sabão remove apenas a sujeira visível e, ainda, deixa alguns patógenos, que podem ser suficiente para causar uma infecção. Nestas situações, aplique o cloro em gel na maçaneta, deixando agir por 5 minutos. Em seguida, limpe com pano úmido ou enxágue.

5- Chão: O chão também acumula resíduos da sujeira dos nossos sapatos, o que o torna um ambiente propício à proliferação de germes nocivos à saúde.

Solução: Para limpar e desinfetar dilua duas tampas em 1L de água. Em seguida, limpe com pano úmido ou enxágue.

6- Cantinho do pet: Este é um dos lugares que mais acumulam germes. O chão pode conter diversos tipos de germes que são prejudiciais ao ser humano. Além de coliformes, os brinquedos dos pets também podem conter também fungos, mofos e estafilococos.

Solução: Além de manter o chão limpo com cloro em gel que, devido à sua consistência dura mais tempo no local, é imprescindível lavar as mãos depois de brincar com o animal de estimação. É importante também lavar os brinquedos dos animais uma vez por semana.


Sugestão de Pauta enviada por In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O que é asma?

Responsável por cerca de 2.500 óbitos por ano no país, a asma é ainda a 3ª causa de hospitalização entre crianças e adultos jovens. O numero reflete o comportamento de risco ao tratar somente as crises ao invés de controlar a doença. O Dr. Fabio Castro, alergista e imunologista do Instituto de Medicina Avançada de São Paulo, esclarece as principais duvidas sobre a doença e faz um alerta para a importância do tratamento continuado.
  
- O que é asma?
Dr. Fabio Castro: A asma é uma doença inflamatória que dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias até os pulmões. Essa condição compromete a respiração e pode gerar uma série de complicações para o paciente, caso não esteja controlada.

- Quais os principais sintomas?
Dr. Fabio Castro: Falta de ar, tosse e chiado no peito são os principais sintomas. Eles podem ocorrer isolados ou ao mesmo tempo.

- A asma é uma só?
Dr. Fabio Castro: Não, existem diversos tipos de asma e cada uma requer um tratamento específico. Podemos classifica-la pela gravidadee controle, variando entre crises leves e esporádicas até sintomas mais intensos e muito frequentes. Há também uma diferenciação com relação ao seu aparecimento e foco alérgico. A asma pode surgir na infância ou na fase adulta, com componente alérgico e não alérgico,podendo evoluir de forma mais grave se não tratada adequadamente.

- O que causa?
Dr. Fabio Castro: A principal causa é a exposição a substâncias e agentes alérgenos como ácaros, fungos, poluentes, infecções virais. Mas cada pessoa apresenta fatores desencadeantes e irritantes diferentes. Por isso, é muito importante entender o que causa seus ataques e, assim, reduzir o contato com esses agentes, além de buscar o tratamento mais adequado para cada caso.

- A asma tem cura?
Dr. Fabio Castro: Não. A asma é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. Um paciente asmático será sempre asmático. Mas é possível ficar longe das crises desde que a doença esteja controlada. Evitar o contato com os agentes desencadeadores da asma, conhecer a doença, fazer a técnica inalatória correta, acompanhamento periódico de um especialista e o tratamento adequadocom boa adesão são fundamentais para controlar a doença e proporcionar uma vida próxima da normal.

- Qual é a prevalência da doença? Há uma idade em que ela é mais comum?
Dr. Fabio Castro: Temos poucos estudos sobre prevalência da asma no Brasil. Estima-se que cerca de 10% para os adultos e 20% para as crianças e adolescentes sofram com a doença. Existem dificuldades para o diagnóstico de asma nos primeiros anos de vida. Desta forma, só após os 3 anos idade conseguimos nos aproximar mais do diagnóstico de asma.

- Há alguma contraindicação para quem tem asma? Como evitar as crises?
Dr. Fabio Castro: Desde que a doença esteja sob controle, o asmático pode ter uma vida normal. Igual a qualquer outra doença crônica como diabetes e hipertensão. Para manter a asma controlada e evitar as crises, além de manter o tratamento medicamentoso, é preciso alguns cuidados ambientais como manter o ambiente limpo e arejado; evitar carpetes, tapetes, cortinas, bichos de pelúcia; colocar capas antiácaros nos colchões e travesseiros; evitar produtos de limpeza de cheiro forte; proibir o fumo dentro de casa; limpar filtros de ar condicionado semanalmente.

- Como é o tratamento? A pessoa que se trata vive normalmente ou tem algumas limitações?
Dr. Fabio Castro: Apesar de não ter cura, ter a asma sob controle é imprescindível para que a pessoa tenha qualidade de vida e fique longe das crises. Para isso, fazemos um tratamento focando diversos aspectos:

ü  Ambiental: adotar medidas que diminuam o contato com os fatores desencadeantes da inflamação: como alérgenos inaláveis;

ü  Tratamento: uso de medicamentos de manutenção para tratar a inflamação como os corticoides inalados, associado ou não abroncodilatadores de longa ação nos casos de asma moderada e graves. Além disso, para os casos mais graves e com presença de componentes alérgicosem que não se atinge o controle da doença com o tratamento otimizado, existe a indicação de uma terapia antiIgE, anticorpo responsável por iniciar as reações alérgicas;

ü  Resgate: uso pontual de medicamentos para as crises com broncodilatadores de curta ação. Todos os medicamentos são usados preferencialmente pela via inalatória.

Também é importante tratar as condições que podem levar ao não controle da asma como outras doenças associadas como a rinite alérgica e o refluxo gástrico.

As informações contidas neste texto têm caráter informativo, não devendo ser usadas para incentivar a automedicação ou substituir as orientações médicas. O médico deve sempre ser consultado a fim de prescrever o tratamento adequado.


Sugestão de pauta enviada por Novartis/S2publicom