quarta-feira, 1 de junho de 2016

sumidas


ola nossas colegas de trabalho!
não temos aparecido por aqui mais tanto né?
mas quer saber? 

surra de presença no

mas meninas! por que vocês não aparecem por aqui?
deixa eu explicar: lá as coisa são mais dinâmicas, podemos (e fazemos) conversar, brincar e até mesmo refletir (sim não somos só zoeira) quase em tempo real!
então!
borá lá!
borá curtir
;)



terça-feira, 31 de maio de 2016

Eu não tinha filhos e era feliz (E sabia!)



Quando eu vejo um casal sem filhos e que afirma que não os terão, meu primeiro impulso era pensar: "Seus egoístas, parem com isso, tanta gente querendo filhos sem poder e vocês pensando assim!". Acho que a maioria das pessoas também pensam assim. Mas esses dias, um outro prisma sobre o assunto caiu no meu colo: pessoas sem filhos são felizes também.

Como não ser feliz quando você pode acordar a hora que quiser aos finais de semana, não tem que se preocupar com febre de criança, seus finais de semana são só seus, viagens a qualquer dia e hora, entre muitas outras vantagens? É claro que eu era feliz com essa vida sem filho. Meu dinheiro era só meu, eu não sacrificava parte do meu orçamento com escola e convênio médico, eu comprava roupas, sapatos e bolsas sem pensar se ia faltar dinheiro pra cobrir as contas no final do mês. Era incrível.

Aí eu engravidei e as coisas já começaram a mudar ali mesmo. Ser uma grávida hoje em dia requer muito mais que fazer um enxoval básico. O mercado de maternidade está cada vez mais luxuoso e caro, tá fácil não. Depois que nasceu e eu tive que gastar 300 reais em um inalador, aff, que pancada.

Então a gente vê aquele pacotinho lindo e indefeso que depende exclusivamente de você. Que provavelmente vai falar "mamãe" primeiro, que vai sorrir pela primeira vez pra você, que vai se desenvolvendo dia a dia como que dando um recado que você está fazendo a coisa certa. Eu que não cuidava nem de planta, gerei uma vida! E essa vida está vingando, está florescendo! Como não ser alcançar o ápice da felicidade?

Claro que os percalços são enormes, em todos os sentidos. Nos sentimos fracas, sozinhas, cansadas, com vontade de fugir pras montanhas, mas assim como tudo na vida, passa. O começo da vida de uma criança é muito mais doar do que receber, mas quando a troca começa a acontecer, é maravilhoso. Um sorriso, um beijinho, um "eu te amo", valem mais do que mil bolsas caras.

Hoje eu entendo quem optou por não ter filhos, é difícil mesmo pensar que está se abrindo mão de algo em detrimento de alguém. Arrisco até a dizer que optar por não ter filhos é mais difícil do que o contrário, ainda mais em uma sociedade com moldes prontos em que vivemos. A escolha de se tornar mãe é uma das escolhas mas importantes que uma pessoa pode fazer. E quando ela decide por isso, a vida recompensa.


Quando eu não tinha filho, eu era feliz sim, não vou negar. Mas hoje eu sou muito, muito mais!!

 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Reflexão sobre "deixar o ferimento arder"

Eu recebi esse texto em um grupo do WhatsApp e achei tão verdadeiro! Resolvi postar aqui pra deixar a reflexão pra vocês!

(Se o autor do texto aparecer, deixa um comentário que eu dou os créditos)



Merthiolate

Quem tem um pouco mais de “experiência”, para não dizer idade, ainda é capaz  de lembrar do ardor causado pelo Merthiolate, que é um anti-séptico para ferimentos.
Eu, moleca que era, vivia ralando os joelhos, cotovelos e o que mais conseguisse, e não sei o que era pior: a dor do ferimento ou o ardor do Merthiolate.
Ainda ouvia da minha mãe que “se ardia era bom porque estava matando as bactérias”... Ela nunca assoprava, o que na época, eu achava sádico, mas hoje sabemos que era sábio, afinal, quando se assopra uma ferida, podemos infectá-la ainda mais com as bactérias presentes na boca.
Enfim, cair primeiro doía e depois ardia. 
Com o tempo, o Merthiolate criou uma fórmula que não arde. Não arde.
Com o tempo, não permitimos que nossos filhos sintam nem o ardor do Merthiolate, nem os ardores da vida.
Estamos criando uma geração que não sabe o que é ardor, fome, sede, espera, paciência.
Carregamos um kit completo anti “pitis” na bolsa, com água, bolachas, celular, tablet, caderno, lápis, analgésico. Nossos filhos não podem esperar.
Esperar meia hora, quarenta minutos por uma comida? Jamais! Dez minutos por uma água? Não! 
Não podem ir a restaurantes sem espaço para crianças porque não suportarão a permanência no local.
O que estamos criando?
Nossas esperas foram boas e até hoje a vida nos ensina a esperar. 
Certamente, nesse exato momento, você está esperando por algo: uma cura, uma promoção, uma ligação, comprar uma casa, um carro, uma viagem, engravidar, um namorado, qualquer coisa. Você está esperando. E sua mãe não tem a solução de seus problemas na bolsa dela...
As crianças devem e podem esperar. 
Nós, como pais, temos a obrigação de ensiná-los a esperar porque temos que prepará-los para a vida como ela é.
A criança tem uma necessidade, fica chata, não temos paciência e damos o que ela quiser. Qualquer coisa.
Ferrari? Paris? Gucci? Qualquer coisa, mas pare de birra!
E assim, nossa baixa resistência aos apelos dos filhos nos levam ao erro. 
Nada mais arde. Nem Merthiolate.
Na verdade, tudo continua ardendo, apenas damos-lhes a falsa sensação de que nada mais arde, de que tudo é imediato.
É isso que queremos ensinar?
Reflita.


Eu senti várias coisas ao ler esse texto, foi um tapa na cara em vários aspectos. A gente tem esse sentimento de leoa, de querer proteger a qualquer custo nossos filhos e acabamos blindando eles das pequenas dores e desapontamentos.

Prometo que vou tentar soltar um pouco, falar mais nãos (e sustentá-los), ensinar a esperar, a ter paciência e assim, fazer dessa jornada um caminho melhor.

O que vocês acham?

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Festa Detetives do Prédio Azul feita em casa



Esse ano o tema da festa de seis anos do Dudu foi escolhida com meses de antecedência: Detetives do Prédio Azul. O menino é doido pelos detetives já há bastante tempo e não pensou duas vezes em escolher esse tema para a festinha. Como eu sou dessas que prefere meter a mão na massa, fiz muita pesquisa na Internet e no Pinterest (painel aqui) e bora ir atrás de fazer essa festa acontecer.

O Local


Eu tinha duas opções, o salão de festas do meu prédio ou então o salão de festas que minha mãe tem e que aluga para eventos. Como o salão dela tem toda a estrutura, mesas, cadeiras, cozinha completa e acomodaria todos mais confortavelmente, optei pelo Espaço Cabral (olha o Jabá hahaha). Fora que né, de grátis e tal.




Convidados


Assim como nos anos anteriores, o orçamento só me permitiu fazer uma festa pequena e para a família somente. Enquanto ainda consigo segurar o Dudu nessa história de chamar os amiguinhos, vou levando assim. Agora temos apenas três crianças, um bebê e o restante de adultos.

Decoração


O tema tem três cores base: vermelho, amarelo e verde (Bob Marley curtiu) e um toque de azul. Como foi uma festa pequena, fui atrás de alguns itens prontos do tema, mesclando com itens básicos e usando as cores base. Por exemplo, um pacote de copos do tema custa 10 reais com 8 copos, já um pacote de copos vermelhos custou 1 real com 20 unidades. Nem precisa pensar muito né? O que comprei do tema:

- Painel
- Enfeite de Mesa
- Adesivos para decorar itens da mesa
- Toalha de mesa

Somente isso, os descartáveis foram todos comprados seguindo as cores. Comprei canudos de papel, garrafinhas, latinhas, balões, cortinas metálicas para fazer o painel, forminhas coloridas, tudo sem tema e consegui economizar um dinheirinho aí!

Esses itens aí de cima foram comprados na 25 de Março, pela Internet mesmo.

Comprei cachepôs para as mesas e fiz um enfeite usando balões. Os cachepôs foram comprados por 1 real cada. O problema foi que a espuma floral para fixar as varetas era muito leve e os enfeites de mesa ficaram tombando o tempo todo, fuen.

Eu já tinhas alguns itens de decoração de festas passadas e usei o que pude. A decoração com tema DPA permite itens simples, como caixotes de feira, maletas vintage e usei coisas que já tinha em casa mesmo.










Cardápio


Como não seriam tantos convidados, o cardápio foi bem enxuto para não haver desperdício. O que foi servido:


- Pipoca - pedido do aniversariamente (ninguém, além do aniversariante, comeu)
- Mini Hot Dogs
- Mini lanches de carne louca
- Sucos, refrigerantes, água e cerveja

Optei por não servir salgados de festa para não ter que ficar a festa toda na cozinha esquentando coxinha. Deixei todos os itens dispostos em uma mesa e todos puderam se servir a vontade.

De doce tivemos:

- Brigadeiros de Ovomaltine e Nutella
- Brigadeiro branco
- Balas de côco e marshmallows
- Cupcakes de brigadeiro
- Bolo

Os dois são os mesmos que fiz para o aniversário dos Minions, a receita você confere aqui. Fiz uma receita de cada, totalizando uns 110 docinhos, que sobraram - melhor pra mim, rá! Pelamor, o brigadeiro de Ovomaltine com Nutella é muito bom, tinha me esquecido!!

Como a mesa teve bolo fake feito pela vovó, o bolo de verdade (leite ninho com abacaxi) não precisou de decoração e foi servido depois do parabéns.

Lembrancinhas

Como foram apenas três crianças, fiz uma lembrancinha bem legal e que eles adoraram. Comprei uma maletinha e coloquei os seguintes itens:

- Mini Lupa de detetive
- Um bloquinho de anotações
- Canetinhas
- Mini lanterna
- Cubo Mágico
- Latinha com balinhas


Aluguei uma cama elástica e uma piscina de bolinhas, seria só a cama, mas minha mãe conseguiu uma promoção com os contatos dela (mãe, te amo!). Foi ótimo porque os meninos se divertiram bastante nos brinquedos.

O resultado de tudo foi uma festa bem caseira e descontraída, só com gente querida e que queremos ter por perto. O aniversariante amou tudo, desde os preparativos até o grande dia. E no final isso é o que vale né?







Outras festas que já tivemos por aqui:

Galinha Pintadinha
Rapunzel
Minions
Mickey
Buzz Lightyear


E quem venham os 7 anos!